
São rochas no corpo, enraizadas em matrizes pommes completas de areia que nos precipitam a língua. Punhados de groselhas fecham-se sobre os mapas das palmas das mãos e a força trava-nos um brinde eléctrico e homogénico. Os orgãos gritam-nos no corpo e as cordas vocais afinam-se, fazendo o corpo trabalhar como uma locomotiva sem descanço. Rejeitam-se os dejectos e bebe-se os fluidos dos deuses. Compõe-se a postura, orienta-se bem a língua e a armadura sobe-nos à pele.